Delegados da PF sobre o japonês: “vexatório, tragédia, patético”

Marcelo Auler

Na página do Facebook do MF sobre as dez Medidas Contra corrupção, a imagem que representa a Polícia Federal é a do japonês Ishii que sequer faz parte da Força Tarefa. Isso irrita os delegados - reprodução

No Facebook uma página de apoio à campanha do Ministério Público Federal (MPF) sobre as dez Medidas Contra corrupção, aparece com a imagem do agente Ishii representando a Polícia Federal. Ele, que sequer faz parte da Força Tarefa, já foi condenado por corrupção. Isso irrita os delegados – reprodução

Alheio à folia momesca, me valho do noticiário de alguns jornais e da internet para concluir que o Japonês da Federal não fez muito sucesso na folia de rua. Pelo menos no Rio de Janeiro. Por aqui, máscaras reproduzindo seu rosto parecem não ter agradado. Poucas foram vistas. Menos mal.

O japonês da federal, na verdade, só ganhou notoriedade por conta de o Departamento de Polícia Federal (DPF), através da Superintendência Regional do Paraná (SR/DPF/PR) ou da própria direção geral em Brasília, ter permitido sua excessiva aparição nas operações da Lava Jato. Foi uma estratégia – e aí vem a dúvida de qual o objetivo – ou um simples e repetido erro?

O fato de um agente condenado por corrupção, cuja expulsão do DPF foi revertida por uma questão técnica e não pela prova de sua inocência, tornar-se o rosto dos federais nas operações gerou desconforto interno entre seus colegas.

De tanto aparecer nas fotos das 22 fases da Operação Lava Jato escoltando presos, Newton Hidenori Ishii, 60 anos, virou o retrato do Departamento de Polícia Federal (DPF) na Operação Lava Jato para a população. Mais curioso ainda é a propaganda que aparece no Facebook relacionando o Ministério Público Federal e o juiz  Sérgio Moro (acima) com a campanha do abaixo-assinado para propor ao Congresso um projeto de iniciativa popular com mudanças nas leis de combate à corrupção.  Ali, junto ao juiz Moro e ao procurador Deltan Dallagnol – apontados como os dois principais paladinos da moralidade e honestidade no país – quem aparece ao lado não é nenhum delegado da Força Tarefa, mas o agente Ishii, que apenas escolta presos. Pior ainda, um condenado por corrupção. Ao que parece, falta coerência.

Essa excessiva exposição vem irritando seus colegas do DPF, inclusive e notoriamente, delegados. Entre estes, os que participam diretamente da Força Tarefa (FT) no Paraná. Uma delas*, no Facebook, comentou sobre o fato de serem representados por alguém que não compõe a FT:

“Por isso eu desisto…. Chega de virar noite (…) Ao menos se fosse um dos colegas que trabalham de fato”.

As críticas nas páginas dos delegados nas redes sociais, repetiram-se em diversos momentos. Eles consideram não ser o agente a pessoa adequada para representá-los junto à população. Criticaram, de forma um tanto quanto preconceituosa, até o fato dele provavelmente não ser articulado como deveria: “talvez não formule um frase com correção, é surreal” (sic).  Acham que faltou à instituição escalar alguém gabaritado para representá-la:

 “A ausência de um rosto nosso (seja qual razão for), fez a imprensa dar à PF o rosto de um “escoltador”. É patético…”,

resumiu um delegado do norte do país, um dos mais indignados com a situação e que mais comentários postou. Outro colega seu, lotado em Brasília, foi mais direto ao relembrar o passado do Ishii que Luis Fernando Veríssimo, em artigo irônico, intitulou de “Japonês Bonzinho”;

“Na verdade, o agente deveria era ter ido pra rua (…) Ter como rosto da PF alguém que foi demitido por praticar crime é uma tragédia”.

 

CORREÇÃO DO BLOG: Erroneamente, na legenda da ilustração acima, afirmávamos se tratava de uma página do MPF no Facebook. Erramos. O MPF do Paraná não tem página no Facebook. Trata-se de páginas de apoio à campanha, sem responsabilidade da instituição propriamente dita. Pedimos desculpas a todos os membros do MPF e ao leitores de um modo em geral.

Ishii, de férias a partir de quinta-feira (11/02) aguarda aposentadoria em maio

Ishii, de férias a partir de quinta-feira (11/02) aguarda aposentadoria em maio

O passado de Ishii, policial federal desde 1974 quando passou no concurso e que conta os dias para aposentar-se em maio, tem  manchas. O processo que responde por corrupção, formação de quadrilha e facilitação de contrabando e descaminho, ainda não transitou em julgado. O Recurso Extraordinário que tanto o Ministério Público Federal como os réus condenados ingressaram no Superior Tribunal de Justiça (STJ), dormita no gabinete do ministro Félix Fischer, desde abril de 2015, a espera do julgamento.

Como Odebrecht, dúvida nas transcrições – O japonês ainda responde a uma Ação Civil Pública iniciada em junho de 2008. Com muitos réus entre policiais federais e auditores da Receita Federal, atravessadores e contrabandistas – eram mais de 40 inicialmente – o processo está em um ritmo lento, ainda na fase do depoimento de testemunhas. que a se encontra no interrogatório das testemunhas. Mas, curiosamente, nela, o agente Ishii e sua defesa levantaram a mesma dúvida dos advogados de Marcelo Odebrecht na ação que este responde na Operação Lava Jato:  a transcrição das gravações não foi fiel.

Sua expulsão pelo Processo Administrativo Disciplinar (PAD), e, 2009, acabou anulada por decisão do STJ, em 2014. Àquela altura, delitos administrativos já tinham prescrito, inviabilizando um novo procedimento. Ishii  briga na Justiça para reaver os valores que deixou de receber após ser demitido.

Disputado por partidos políticos - Mesmo sem condenação transitada em julgado, o agente japonês, teoricamente, não pode ser considerado um “ficha limpa”. Afinal, seu processo já passou pela segunda instância. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) ao julgar a Apelação Criminal impetrada pelos réus, reduziu sua pena. Mas, manteve a condenação.

Tal situação poderá prejudicar os planos que alguns políticos nutrem de lança-lo candidato. Como comentou uma delegada de São Paulo. Ao defender maior participação dos delegados na mídia, revelou sua conversa com um deputado federal:

“Vocês tem toda razão …. ! Precisamos reforçar o papel do Delegado na mídia. Falei com um deputado federal conhecido e ele me contou que vários partidos disputam a tapa o japonês da federal para candidatura em seus partidos. Fiquei chocada!!!”

Prontamente seu colega respondeu:

Um agente que agora é disputado a tapa pelos partidos.

E foi complementado pela colega da Força Tarefa:

“E ganha até para senador no Paraná.”

O colega do norte do pais ironizou:

“O azar dele é que as eleições, agora, são municipais, rs (…) 

Mas, ao comentar o posicionamento da colega de São Paulo, ele assumiu a parcela de responsabilidade, só não ficou claro se com relação ao papel dos delegados ou com relação à candidatura do agente:

“Não tenho dúvidas. Este é o nosso país. E, acredite, não somos inocentes nisso tudo. Temos culpa. Todos nós.

Passando o carnaval em casa, cuidando da filha que contraiu uma virose,  o agente japonês garante que não está nos seus planos ingressar na carreira política. “Não tem nada a ver. Não sei porque ficam falando estas coisas. Na realidade eu estou entrando em férias“. Mas, não será o primeiro se depois de negar se deixar morder pela mosca azul. Hoje, insiste, uma candidatura não faz parte dos seus planos: “Nem penso nisso. Não é minha pretensão. Vou trabalhar, me aposentar e vou para casa”.

Ishii passou a ser propagado por Kobayashi, após encontro  na  festa da  Rádio Educativa E- Paraná

Ishii passou a ser propagado por Kobayashi, após encontro na festa da Rádio Educativa E- Paraná

Tucanos se apropriando - Ishi pode estar até sendo sincero ao dizer que não tem pretensões políticas, mas já está fazendo o jogo político. e sendo aproveitado politicamente. Basta ver as páginas do Facebook do jornalista e marqueteiro cibernético Sérgio Kobayashi. Tucano assumido, com passagens pelo governo de José Serra, na prefeitura de São Paulo, de Geraldo Alckimil, no governo do estado paulista e com Gilberto Kassab na prefeitura paulistana, hoje preside a RTVE – Rádio e TV Educativa do Paraná.

Com Alckimin, ocupou a Fundação do Desenvolvimento Escolar (FDE) e a verba que deveria ser prioritariamente usada na construção de escolas, pagava assinatura de jornais e revistas.

Bastou encontrar-se com Ishii nos 60 anos da E-TV do Paraná, em dezembro, para registrar o fato em um selfie e em seguida badalar o japonês em sua página do Facebook, sempre com críticas ao PT, Dilma e Lula, como tornou-se habitual em se tratando de Kobayashi. Desde então, sua página é alimentada por fotos e charges em que o agente federal do Paraná sempre aparece prendendo ou ameaçando algum petista.

Comunicação Social na berlinda – O japonês da federal diz desconhecer as críticas dos delegado – “nem tenho Facebook, como vou ficar sabendo”  – e garante que não foi transferido de posto, como noticiado recentemente. “Não sei de onde retiraram isso. Continuo na mesma função, só estou saindo de férias. A gente riu para caramba dessa notícia, de que eu tinha saído. O meu chefe, o superintendente também não sabia, o direto-geral também não sabia e tampouco eu“.

Sua colega do Paraná responsabilizou a imprensa e o próprio DPF pelo fato de Ishii tornar-se hoje simbolo da instituição:”Não há uma política institucional de valorização do nosso trabalho, a mídia pega aquilo que aparece, e  quem é escolhido pra as escoltas de presos famosos certamente aparece, a opção é da Administração” (…)

Nisso, o delegado do norte do país, complementou:

“A ADPF precisa sepultar a IN (Instrução Normativa) da mordaça, ainda que seja na justiça. Embora precisemos ter critérios, ela inibe a atuação junto à imprensa. Precisa ser reformuladas”

No comentário dos delegados, a crítica à Comunicação Social do DPF.

No comentário dos delegados, a crítica à Comunicação Social do DPF.

A crítica acabou caindo em um setor do DPF que sempre teve dificuldades internas: a Comunicação Social. Normalmente, seus responsáveis, ficam entre o mar e o rochedo e, não raro, apanham dos dois lados, pois nem sempre a política da direção do órgão é de transparência. Em governos passados, era bem pior, quando a Comunicação Social só divulgava o que interessava e escondia os erros encontrados. Bons tempos da dupla François Renne e Bruno Craesmeyer, que não brigavam com notícia e nem desprezavam jornalistas.

Hoje, as sindicâncias abertas a partir da Lava Jato para investigar vazamentos, escutas clandestinas e outras irregularidades, são um exemplo direto. À imprensa não se repassa o que realmente ocorre. Daí surgem as informações em off (sem a fonte aparecer). A crítica à Comunicação Social, também surgiu no Facebook dos delegados, no texto que reproduzimos ao lado.

A questão é que os delegados, no relacionamento com a imprensa trabalham de forma dissimulada. Seja pelas proibições internas – a Instrução Normativa que, oficialmente, impede o contato com jornalistas sem autorização superior -, mas também por um jogo de interesse. Quando vazam informações, principalmente para detonar suspeitos, transformando-os em réus antes mesmo de concluírem as investigações, na verdade fazem um jogo político. Em alguns casos, como na Lava Jato, nitidamente partidário, contra o governo e o PT. Em outros, pesam os interesses internos na corporação ou a vontade de aparecer e ficar bem com os jornalistas,.

Não raro, no dia-a-dia, há uma gama grande de delegados que sequer acompanham as investigações par e passo. São agentes, mais experientes e traquejados, que por estarem à frente dos caso, colhendo informações na rua ou mesmo no cruzamento de dados, detêm as informações relevantes e se tornam alvo dos jornalistas. Nestes casos, os vazamentos sempre serão em segredo, pois os APFs não podem se pronunciar, salvo em raras exceções.

O que fica nítido é que a figura do Japonês da Federal na Lava Jato criou mal estar até mesmo fora do DPF, como narraram alguns delegados:

  “Colegas, sem emitir juízo de valor, informo que recebi, inclusive de fora da PF, mensagens demonstrando preocupação com a exposição excessiva na mídia do APF da SR/PR, conhecido como “JAPONÊS DA FEDERAL”, e que poderia, em tese, criar transtornos para ele próprio, para a PF, e para a investigação realizada no IPL da Lava Jato”,

advertiu um deles, do Rio de Janeiro, sendo complementado por outro de Brasília:

“Um colega da PC/RJ (Polícia Civil do Rio) trouxe a seguinte novidade, que aponta para a necessidade de providências urgentes; Ele (o japonês) precisa urgentemente ser removido dos holofotes. Não se trata de fazer nada contra ele.  Apenas de retirá-lo das prisões importantes, promovendo um rodízio entre os agentes que a executam para evitar que sejam criadas celebridades que surfarão na onda da Lava Jato.”

Dentro e fora da Polícia Federal já há quem perceba que a super exposição do agente que já foi condenado pode trazer problemas à instituição e à própria Operação Lava Jato, no minimo suscitando desconfianças. Resta saber o que a Direção Geral do DPF busca atingir  mantendo-o na linha de frente. Só pode ser o descrédito de todo o trabalho, afinal, o simbolo da Polícia Federal na operação que se propõe a acabar com a corrupção no país é alguém condenado justamente por corrupção. Falta coerência.

 

 

*Como o interesse do blog é apenas noticiar fatos, sem gerar problema aos servidores federais que, ao fazerem suas crítica à administração do DPF, exercem um direito, deixamos de identificá-los publicamente. Situação diversa de quando atacaram autoridades, inclusive, a presidente Dilma Rousseff, o que fere a legislação que regulamenta o deveres dos Policiais Federais.

63 pensamentos sobre “Delegados da PF sobre o japonês: “vexatório, tragédia, patético”

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  • 9 de fevereiro de 2016 em 19:48
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    A tática do japonês é simplória e eficaz: O mais puro papagaio de pirata. Vestido com imitação de agente especial com parafernálias penduradas pelo corpo, todo de preto, notou o interesse da imprensa pelos presos. A única chance de fotografar ou filmar era no desembarque do carro na DPF. Logo ele descobriu que sua aparência exógena contrastando com os colegas que se escondiam atrás de toucas ninjas chamava atenção.
    Aperfeiçoou o método cochichando no ouvido do preso para que mantivesse as mãos para trás para não ter que algema-lo. Assim chamava ainda mais atenção: a docilidade e obediência do preso. a maioria ignorava a jurisprudência o STF impedindo a algema.
    E assim o japonês mitou: não abriu mão de sua função como carcereiro e incorporou a essência do agente que prendeu o corrupto, embora ele próprio é que seja o corrupto condenado. É essa a nossa polícia federal.

    Responder
    • 9 de fevereiro de 2016 em 21:10
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      Este seu comentário esclareceu uma dúvida minha: será que a súmula vinculante do STF havia sido revogada?
      Nas imagens de presos sendo conduzidos eles aparentam estarem algemados, o que poderia configurar descumprimento da “sumula das algemas”. Olhando melhor algumas imagens não constatei algemas em nenhuma situação embora eles pareçam estar algemados.

      Responder
      • 9 de fevereiro de 2016 em 21:41
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        O que ocorre é que os policiais mandam os presos – que nunca estão algemados -, andarem com as mãos para trás.
        Isso óbviamente é uma violência e uma ilegalidade, visto que ninguém deve ser obrigado a andar de forma alguma que não queira, aliás, ninguém deveria ser exposto como mercadoria, como animal indo ao abate, como esses presos estão sendo há 2 anos.

        Mas pense, essa é apenas uma das inúmeras ilegalidades dessa degeneressência do sistema judirico criminal, chamada de lava jato.

        Responder
          • 10 de fevereiro de 2016 em 10:55
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            Verdade!!!!!

          • 10 de fevereiro de 2016 em 17:19
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            kkkk. Na verdade, fico curioso pra saber o que dizem esses pseudopensadores quando nos países de primeiríssimo mundo os presos de colarinho branco aparecem algemados nas audiências e nos deslocamentos.. Talvez digam: “Lá a lei vale para todos!”

  • 9 de fevereiro de 2016 em 20:15
    Permalink

    Marcelo, além das questões já citadas, esse é um grande problema gerado, em parte, neste país que não tem Ministro da Justiça. O fato de um sujeito – evito usar algum adjetivo – ocupando o posto não significa nada. Há vacância no MJ.

    Responder
    • 9 de fevereiro de 2016 em 21:59
      Permalink

      Marcos,
      Nada acontece por acaso.
      Esse japones foi estrategicamente ali colocado porque tem uma mensagem subliminar muito clara por tras disso tudo.
      Nao ha delegado apto a representar essa operacao.
      Essa operacao provou que quem investiga de verdade e de maneira irretocavel sao os agentes.
      Veja quantas materias foram publicadas contra os abusos da lava jato cometidos pelos delegados em sua maioria.

      Responder
      • 10 de fevereiro de 2016 em 14:27
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        Foi estrategicamente colocado por um delegado para mostrar uma mensagem subliminar contra delegados? Que comentário mais incoerente!! Zero para ele!! A matéria mostra agentes de polícia apenas como agentes de escolta de presos.

        Responder
  • 9 de fevereiro de 2016 em 20:32
    Permalink

    Incomoda corporativismo de delegados pois desde a queda do golpe da #PEC37 (agora como pec412) vem a tona a verdade :

    Função bacharelista de delegado só existe no Brasil!

    Vejam índices da nossa segurança pública pra entender …

    Responder
  • 9 de fevereiro de 2016 em 20:43
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    Chega ser patético o comentário de uma pessoa dizendo que, chega de virar noite, como se o delegado virasse noite em uma diligência, quem faz toda a investigação é o agente. Isso se trata de guerra de vaidades, se a imprensa pegou a figura de um Agente talvez seja porque eles sabem que os delegados só aparecem nas operações onde tem a presença da mídia, já vi delegados aparecerem em entrevista e ficar nitido que o cidadao não sabia nem o que estava acontecendo, pois só apareceu para à entrevista. E além do mais temos delegados políticos que foram eleitos usando prisões em que dizem que fizeram, porém só apareceram na hora da imprensa.

    Responder
    • 9 de fevereiro de 2016 em 20:52
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      Você deve estar falado do delegado Francischine, aquele 171 que se elegeu deputado e agora elegeu o filho deputado, usando o nome da PF…..
      O francischine não só é um malandro que se promoveu usando a pf, como foi o cara que mandou sentar a ripa nos professores no paraná!!!
      E pra piorar, quando saiu da secretaria, botou o amiguinho dele delegado federal mesquita na secretaria.
      Os dois são da turma do corrupto do beto richa, que vai preso logo logo, ahhahahahahhahaha
      E esse mesquita aí é da mesma laia do superintendente da PF no paraná.

      Responder
  • 9 de fevereiro de 2016 em 20:48
    Permalink

    Se pelo menos fosse um delegado da força tarefa? Kkkkkk vá se informar para depois escrever e deixe de escrever besteira.

    Responder
  • 9 de fevereiro de 2016 em 20:53
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    Não tem o menor sentido manter uma única pessoa como a “cara da PF”.
    Agora ter essa pessoa com o histórico do japonês é vexatório para a instituição. Tem toda a razão os delegados em reclamarem da postura da administração neste caso particular.

    Responder
  • 9 de fevereiro de 2016 em 21:17
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    Caro Marcelo Auler, algumas correções ao seu texto. 1) o APF Newton não foi demitido, mas se aposentou em 2003 e retornou por ter seu tempo calculado de forma equivocada, assim como outros que aparecem ao seu lado em várias fotos; 2) o APF Newton não se posiciona estrategicamente para aparecer nas fotos, como alguns comentários maldosos querem fazer crer. Apenas faz seu trabalho que tem muita relevância, mas que, por razões óbvias, não podem ser divulgadas; 3) o AP Newton não pediu essa exposição, foram vários internautas que lhe renderam homenagens por conta das prisões de envolvidos em falcatruas; 4) em relação à condenação do APF Newton, o processo é eu ado de tantos vícios que se mostra quase impossível concluí-lo. Essa é a razão de tanta demora. Como vc não conhece o conteúdo, tira conclusões equivocadas ou tem uma fonte igualmente desinformada/mal intencionada; 5) replicando essas bobagens vc mais atrapalha do que ajuda e começo a desconfiar que seja esse seu intuito. Pesquise direito e não acredite em todas as bobagens que ouve. Um abraço, Sidney!!!

    Responder
    • 9 de fevereiro de 2016 em 21:50
      Permalink

      Sidney, meu velho, não fala bobagem, tá querendo enganar quem? Acha mermo que alguem acredita que tem coisa importante ou sigilosa que o japa faz, kkkkkkkkk o japa é baba de preso, fanfarrão, foi preso e condenado por corrupção, e é isso.
      Fica de boa aí senão eu chamo o farias hein!
      hahahhahahah

      Responder
    • 9 de fevereiro de 2016 em 22:01
      Permalink

      Então porque está postado na rede ele todo paramentado convocando o povo a colaborar a sua luta para moralizar o País? Confira, é só jogar o nome na pesquisa.

      Responder
      • 9 de fevereiro de 2016 em 22:45
        Permalink

        O profissional gabaritado que postou esse vídeo denominado “Japones da Federal”

        https://youtu.be/V6hqYKPwTUc
        mandando os presos irem ao dentista antes de irem pra carceragem da Guantánamo do Sul, faz juz a administração da PF do Paraná – que fraude inquéritos coloca escutas clandestinas vaza seletivamente informacoes sigilosas persegue servidores que nao fazem parte desta palhaçada, etc, etc, etc… é isso ai . Parabens a Dilma e ao seu MJ que transformaram a PF numa Pachorra , porem isso os delegados nao reclamam pq na verdade a unica aberracao para eles e que incomoda aos auto intitulados “primeiros garantidores do direito de defesa do cidadao” ( parece ate piada isso ) é que no lugar de um delegado, o ser supremo dotado de sabedoria master ilimitada – direito, administacao, economia, gestao, fisica quantica e tudo o mais que voce possa imaginar-este sujeito ai, é AGENTE, essa é a verdade, os arautos de resistência aos Petistas tão pouco se lixando se o cara tem problema administrativo ou na justiça, O PROBLEMA DE VERDADE É QUE ELE É AGENTE DE POLICIA FEDERAL ,E BEM COMO UM MEMBRO SUPERIOR AI DISSE- AGENTES NÃO CONSEGUEM NEM TERMINAR UMA FRASE SEM ERROS DE PORTUGUÊS… ( ISSO AÍ QUE QUEREM QUE OS OUTROS PENSEM PORQUE NA VERDADE QUEM CARREGA A PF NAS COSTAS SÃO OS AGENTES E ESCRIVÃES E DELEGADO no Brasil É QUE É FIGURATIVO pois o MP e a Justiça sabem do lixo burocrático produzido que vira a maioria dos inquéritos no Brasil).

        Responder
  • 9 de fevereiro de 2016 em 21:23
    Permalink

    Interessante é o fato dos delegados não se preocuparem quando tem os holofotes para eles próprios.
    Vale lembrar que todo o trabalho investigativo é feito por Agentes Federais!
    E a figura arcaica, ultrapassada(vinda dos tempos do Império) e dispensável do delegado só existe no Brasil, infelizmente mais uma jabuticaba…

    Responder
  • 9 de fevereiro de 2016 em 21:42
    Permalink

    Esta claro que a direcao geral do orgao usou a imagem da pessoa certa para essa operacao, pois a cabeca desses delegados da operacao vai rolar uma a uma.
    Dai nada mais justo do que colocar a imagem do mais idoneo, respeitavel e competente agente publico que trabalhou na Lava Jato ate agora.
    No Pais dos banguelas quem tem meia duzia de dentes é rei!

    Responder
    • 9 de fevereiro de 2016 em 21:48
      Permalink

      Muito bem lembrado, brilhante comentário.
      Na verdade, os delegados do paraná, começando pelo chefe, não mostram a cara – e até usam HC pra não falar com os parlamentares -, pq fizeram muitas barbaridades, cometeram atrocidades, e a água tá batendo na bunda.
      Então tão todos escondidos, sempre.
      Perto deles esse japonês aí é santo.

      Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 01:10
    Permalink

    Não adianta esses delegados do Paraná acharem ruim. Esse japonês os representa direitinho! A a mesma honestidade, o mesmo caráter! Aliás, o caráter dele é tanto quanto ao do Moro e dos representantes do MP!

    Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 07:20
    Permalink

    Meu Deus quanta vaidade desses delegadoa, chegando a queimar o próprio corpor só pra dizer que seu umbigo é mais bonito. Lamentável pra instituição.

    Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 07:47
    Permalink

    Gente que palhaçada.
    Isso somente mostra que ninguém na PF quer fazer o “CERTO”, somente aparecer e ter seus 5 segundos de fama.
    Isso é doentio.
    Só ciumeira.
    Coisa de dondocas no salão de beleza!

    Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 08:02
    Permalink

    Quando se faz faculdade de comunicação social, não se aprende a pesquisar as informações primeiro antes de reproduzir esses tipos de textos? O texto é bem tendencioso, surgiro qualquer um que sinta duvida a pesquisar a veracidade das informações. Começando pelo processo criminal. que dizem estar pelo trf4:

    http://www2.trf4.jus.br/trf4/

    Pesquisa processual> Por nome> Newton Ishii

    Responder
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  • 10 de fevereiro de 2016 em 09:28
    Permalink

    Na minha opinião, muito dessas críticas dos delegados da PF ao seu colega é mais por ele ser agente e não delegado. Existe uma “guerra”corporativa interna. O que não anula as críticas à exposição do mesmo à mídia.

    Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 09:28
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    Na minha opinião, muito dessas críticas dos delegados da PF ao seu colega é mais por ele ser agente e não delegado. Existe uma “guerra”corporativa interna. O que não anula as críticas à exposição do mesmo à mídia.

    Responder
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  • 10 de fevereiro de 2016 em 09:54
    Permalink

    Ao jornalista titular do blog e aos leitores parece ter ficado clara a ‘casa de caboclo’ que a PF, o MP e o sérgio moro preparam para Lula. Marcelo Auler já demonstrou, e agora assumiu por escrito, que há um claro projeto político-partidário contra o governo, o PT e Lula, orquestrado por sérgio moro e outros juízes, o MP e a PF. O ‘japonês’ é exemplo perfeito da atual PF, assim como esses procuradores fanfarrões e esse juizeco da guantánamo paranaense simbolizam o MP e o judiciário vaidosos, que aceitam homenagens da globo e representam o que há de mais retrógrado, conservador e golpista no Brasil.

    Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 10:15
    Permalink

    Porque a justiça não aplicou o “Domínio do Fato” nos crimes do “Japonês Bonzinho”???

    Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 11:41
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    Da mesma maneira que Delegados Federais se manifestam sobre a exposição excessiva do Japonês da Federal na Operação Lava-Jato, acreditamos que isso é um pouco de ciúme dos holofotes, os mesmos esquecem de falar sobre a estrutura interna do DPF, e que nas Superintendencias de todo país os Agentes Federais são impedidos de dar entrevistas sobre as Operações ficando a cargo da Comunicação Social, bem alguns Delegados reclamam da Lei da mordaça, devido serem impedidos da se manifestarem na imprensa sobre as operações, mais isso foi a única maneira que a Direção Geral encontrou para resolver o problema das entrevistas sobre as Operações. Entendemos que somente uma mudança na estrutura do DPF, onde Delegados, Peritos, Agentes, Escrivãs e Papiloscopistas unidos façam um DPF bem mais eficaz porque a Corrupção é muito grande nesse País.

    Responder
    • 11 de fevereiro de 2016 em 22:02
      Permalink

      Acho que a proibição de dar declarações públicas SOBRE QUALQUER PROCESSO JUDICIAL deveria ser estendida a qualquer servidor da PF, do MP e do judiciário envolvidas no processo. Os relatórios da PF, as denúncias do MP e as sentenças judiciais deveriam ficar restritas aos autos, como deve ser em países que respeitam o Estado Democrático de Direito.

      Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 13:15
    Permalink

    O japa é cara da corrupta aliança, da Justiça Federal, MP, e PF da República do Paraná.

    Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 15:18
    Permalink

    O princípio da impessoalidade mandou um beijo para os atores da lava jato e da zelotes. Quebrar esse principio é passível de processo administrativo. Mas, como ninguém quer ficar do lado ruim da mídia (ou dos boataristas de internet), todos ficam calados.

    Responder
  • 10 de fevereiro de 2016 em 17:21
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    Pura dor de cotovelo do delegados, assim como é nas Polícias Militares de todo Brasil. Onde somente os oficiais é quem aparecem como os donos do serviço policial.

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    • 11 de fevereiro de 2016 em 22:03
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      Ninguém deveria aparecer. Papel de policial não é o mesmo de artistas de tv ou cinema. Cada um tem que fazer seu trabalho da forma mais eficiente e honesta possível e pronto, não tem que ficar dando declaração pública coisa nenhuma!

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  • 10 de fevereiro de 2016 em 21:09
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    Ridículos, sem noção e mal educados. Todo e qualquer integrante do DPF é BRASILEIRO. Chamar o Agente em pauta de JAPONÊS, além de deselegante e descortês,é no mínimo discriminação, e isto tem um nome – RACISMO.

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  • 11 de fevereiro de 2016 em 06:53
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    Realmente essa Lava Jato não tem nada a ver com política…

    Tertúlias com o Japonês da Federal

    “O deputado estadual Ney Leprevost (PSD), pré-candidato a prefeito de Curitiba, recebeu-o no domingo de Carnaval em sua casa, em Santa Felicidade, para um churrasco. Leprevost é amigo da cúpula da PF no estado. Lisonjeado com a presença do agente, ele postou a foto com a seguinte legenda numa rede social: “Olha quem está nos honrando com sua presença no churrasquinho de carnaval aqui em casa: o agente Newton Ishii, mais conhecido como JAPONÊS DA FEDERAL. Através deste grande brasileiro, parabenizo a Polícia Federal, a Justiça Federal e a Procuradoria da República pelo combate à corrupção realizado através da Operação Lava Jato”

    Fonte – Gazeta do Povo/ PR

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  • Pingback: Delegados da PF sobre o japonês: “vexatório, tragédia, patético” - Bem Blogado

  • 11 de fevereiro de 2016 em 10:43
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    Sera que nao e de agentes como este tipo acusado e ficha suja que nao saem os vazamentos seletivos para a imprensa a troco de uns pixulecos (dizem que cada um custa 50 mil).
    No meu tempo esta imprensa, tipo veja, era descrita como *marron* hoje eu diria que ela e mesmo o que desce pelo esgoto da minha casa.

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    • 11 de fevereiro de 2016 em 12:02
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      Não fala assim do japonês, pois ele é bonzinho. Ele foi suspeito de vender as delacoes, surgiram provas em conversas telefônicas de que era ele mesmo e a Direcão Geral transformou ele num herói.
      Fala-se que se candidatara ao cargo de senador.
      A Polícia Federal fez uma manobra de mágico com o artista e antes que porventura ele possa ser incriminado no Inquérito Policial que o investiga por tal vazamento ele já conseguiu sua vaga no parlamento.
      Isso faz com que ele aplaque eventual revolta em ser punido por vazamentos de delacoes e não abra o bico pra contar os podres dos delegados da Lava Jato como Dalmey Werlang fez.
      As manobras da PF são de dar inveja nos ingleses na segunda guerra!!!
      Mas por outro lado, a exaltacão do japonês o torna ícone da moralidade nesta operação fétida jato, porque nenhum delegado que dela participou teria mais moral que ele pra substituí-lo.
      Viva a republiqueta do Paraná, onde só os petistas são criminosos!

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  • 11 de fevereiro de 2016 em 11:30
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    Achei muito apropriado, qual e a surpresa?
    O Brasil e o pais do :Faz de contas: O japones faz de contas que e um heroi, o preso faz de conta que esta algemado, nos fazemos de contas que acreditamos, daqui bem pouco tempo todos esses quadrilheiros, criminosos, ladroes estarao soltos tranquilos e foi feito de contas que foram punidos…
    Todos nos esquecemos pois surgem outros fatos e tudo continua como antes no quartel de Abrantes…

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  • 11 de fevereiro de 2016 em 11:55
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    Aos esquerdopatas resta somente desqualificar a Polícia Federal. Mas é divertido o medo que os petistas têm do Japonês da PF. O chefe e a chefa se borram de medo.

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    • 11 de fevereiro de 2016 em 22:05
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      Gostaria que alguém aqui explicasse por quê ser filiado ao psdb torna a pessoa INIMPUTÁVEL? Onde na legislação do país está escrito isso?

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    • 11 de fevereiro de 2016 em 22:09
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      Gostaria que alguém aqui explicasse por quê ser filiado ao psdb torna a pessoa INIMPUTÁVEL? E não apenas isso, os tucanos corruptos (inúmeros!) da Privataria Tucana, da Lista de Furnas, do Caso Banestado de uma lista interminável, são protegidos e blindados pelas instituições que se consideram “republicanas”. Onde na legislação do país está escrito que os servidores públicos pagos por nós podem agir assim?

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  • Pingback: Polícia Federal, sem verba para a luz, mas com mordomias | Marcelo Auler

  • 13 de fevereiro de 2016 em 00:31
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    Os delegadinhos dotorezinhos corruptos com invejinha do agente japa corrupto, que pelo menos levanta a bunda da cadeira pra escoltar os presos. Uma guerra interna corporis num orgão que finge ser de excelencia, mas é casa de noca, onde ninguém manda, e todo mundo manda… E são esses os paladinos da moral de da justiça da republiqueta de bosta do Paraná… Pobre de quem se ‘informa’ na grande mídia feudal brasileira. Pobres midiotas, pobre Brasil…

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  • 13 de fevereiro de 2016 em 18:47
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    Prezado Marcelo boa tarde. Sou um leitor carioca que gostaria de parabenizar pelo trabalho jornalístico primoroso e pela forma forma de arrecadação que ainda é pioneiro no Brasil pelos leitores e que, por nossas plagas, demanda realmente coragem.
    Relativamente ao agente em questão, talvez houvesse a necessidade de haver a correlação em investigatório ou procedimento administrativo que o relacione ao que foi afirmado na de-gravação da conversa que resultou na prisão do sen. Delcidio Amaral (PT), haja vista a natureza das afirmações contidas no tempo 00:45:03 com relação a condutas verdadeiramente típicas e que seriam praticadas reiteradamente e obviamente em tese pelo agente.
    Parabenizo uma vez mais o trabalho realizado e reitero o pedido de análise da de-gravação. A mobilização político-social no país é fundamental para que aconteça a efetiva mudança.

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  • Pingback: Delegados da PF sobre o japonês: “vexatório, tragédia, patético” | Marcelo Auler | CLIPPING DE NOTÍCIAS DA SENAPRO-PCO

  • 4 de março de 2016 em 15:14
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    A realidade é que por causa de já ter respondido por crime de corrupção, o japa foi posto de castigo pra fazer uma função de leva e traz de presos, função esta que raramente algum agente ou delegado da PF gosta ou tem orgulho de fazer no dia a dia. Agora a diferença é que só está caindo peixe grande na rede da PF e o japa está lá fazendo o que mandaram fazer a muito tempo atrás! Só que de tanto figurão preso, o japa caiu graça da sociedade, que na sua maioria gosta de ‘ver’ e não ‘saber’ o que realmente acontece! Quando isso tudo acabar, se acabar…, o japa vai continuar fazendo a função de’mula’, só que como vão ser ‘bandidinhos’ aos olhos da PF, aí duvido que algum delegado ou agente vai se incomodar!

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  • 5 de março de 2016 em 14:30
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    Lamentável a aparição sistêmica do “japonês” ter afrontado o ego de alguns delegados… lamentável… não estou aqui para defender o japonês, e sim, questionar o ego de alguns dos endeusados Delegados Federais, que foram atropelados pelo agente e se tornar símbolo do prisão de agente públicos e terceiros envolvidos com o poder público.

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  • 25 de abril de 2016 em 18:44
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    Olá!

    Marcelo Auler (autor do texto deste site), estive procurando as referências bibliográficas do artigo sobre o japonês da Polícia Federal.
    Como não encontrei, fica difícil saber o que é fato e o que não é. A princípio foi informado que as informações haviam sido divulgadas pelo Ministério Público no Facebook (Fb). Entretanto, o próprio autor desmentiu esta declaração, revelando que as (várias) informações contidas no artigo desta página foram retiradas de uma página do Fb
    que apoia as ações do MP do Paraná. Sendo assim, não há provas que fundamentem a divulgação do artigo. Sendo assim srº Auler, por favor , deixe a fonte correta da informação no final de cada texto redigido ou divulgado. Obrigado!

    Responder
    • 25 de abril de 2016 em 19:32
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      Prezado Leitor não identificado. Como você poderá ver na postagem a que se refe – Delegados da PF sobre o japonês: “vexatório, tragédia, patético” – apesar de em um primeiro momento eu ter me referido à pagina do Facebook como sendo do MP-PR, logo em seguida, com o desmentido oficial da Procuradoria da República do Paraná eu postei a seguinte explicação e pedido de desculpas:
      CORREÇÃO DO BLOG: Erroneamente, na legenda da ilustração acima, afirmávamos se tratava de uma página do MPF no Facebook. Erramos. O MPF do Paraná não tem página no Facebook. Trata-se de páginas de apoio à campanha, sem responsabilidade da instituição propriamente dita. Pedimos desculpas a todos os membros do MPF e ao leitores de um modo em geral. (em vermelho, para chamar atenção).
      Como a pagina foi imediatamente retirada do Facebook, não tive mais como checar a sua origem. Atenciosamente Marcelo Auler

      Responder

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